You turn oranges to orange juice ðŸŠ

Colored Book Stack – Laranja

You turn oranges to orange juice, into there, then spit it out of you… Your body is imperfectly perfect, everyone wants what the other one’s working…

O #coloredbookstack de hoje vem pra mostrar os livros da minha cor menos favorita, mas do suco que eu mais amo no mundo :9

Temos aqui:

O Signo dos Quatro, por Sir Arthur Conan Doyle -> Nesta história, uma moça de nome Mary Morstan, procura pelo serviço de Sherlock Holmes, para desvendar o que aconteceu ao seu pai. Ele morreu dez anos antes de moça procurar o detetive. Quatro anos após a morte do pai, a moça começa a receber anualmente uma pérola de grande valor. Após seis anos recebendo essas pérolas, sem saber o motivo nem quem as mandava, a moça recebe um bilhete da mesma pessoa que lhe enviava as pérolas, marcando um encontro. Mary, Sherlock Holmes e Watson vão juntos ao encontro de Thaddeus Sholto, o remetente anônimo das pérolas, filho do falecido major Sholto, que havia sido colega do pai de Mary como guarda da prisão das Ilhas Andaman. Confesso que não li esse, mas sei a história pelo episódio da série Sherlock (que é fantástica e eu super recomendo para quem, como eu, não tem muita paciência para ler os livros, mas ainda assim gosta muito das histórias de Holmes).

A Princesa na Balada, por Meg Cabot -> O sétimo volume da coleção “O Diário da Princesa”, que marcou minha vida quase que por completo, é interessante porque Mia quer ir para uma balada. Mas como uma princesa que é perseguida por paparazzis aonde vai consegue se divertir? Além, claro, de todas as confusões dignas de Mia Thermopolis que fizeram minha pré-adolescência ser bem mais suportável.

A Sutil Arte de Ligar o F*da-se, de Mark Manson -> A mensagem que esse livro passa é sobre você ligar o f*da-se (obv), mas não da forma como a gente pensa hoje. Inclusive, ele incentiva bastante acionar o botãzinho que a gente quer teclar pelo menos umas 15x por dia kkk. Mark Manson ensina que é preciso tacar o f*da-se sim, mas da maneira correta. Não da forma “f*da-se, não vou fazer isso”, mas da forma “f*da-se, eu tenho um problema e eu vou resolver, não importa de que forma”. É fantástico.

Senhora, por José de Alencar -> Aurélia é desprezada por Fernando, o homem pela qual ela é apaixonada (e que a ama também) porque ela é pobre e o dito cujo queria uma mulher rica. Alguns anos depois, ela recebe uma herança advinda do avô que ela não sabia nem que existia e, mega rica, ela vai atrás de Fernando, sem deixá-lo saber que é ela, e monta um esquema de casar com ele pagando o dote que ele queria receber. Ao descobrir que é Aurélia, Fernando fica feliz, mas é a partir de agora que ela vai fazer da vida dele um inferno por tê-la abandonado. (e muito bem feito, essa história é maravilhosa exatamente porque ela dá-lhe uma “chapoletada na fuça”, como dizia minha avó – e muito bem dada).

Harry Potter e as Relíquias da Morte, por J. K. Rowling -> O final da história que marcou a infância de pelo menos metade da população mundial não poderia ter sido melhor – acho que por isso que existem tantos contos e ‘extensões’ desse mundo. EU, na MINHA opinião (bom deixar isso registrado), acho que, como história original, foi fantástico. Porém, obv, temos nossas teorias e vontade de fazer com que elas fossem verdadeiras – e é por isso que Harry Potter é um dos fandons que mais tem fanfics no mundo (algumas muito boas, por sinal – a própria Cassandra Claire, de Instrumentos Mortais começou a escrever uma fic sobre Harry Potter em um universo pra lá de alternativo que começa no final de “O Cálice de Fogo”.

Sushi, por Marian Keyes -> se tem um livro que eu amo da Marian Keyes é Sushi. Conta a história de três mulheres: uma editora chefe, sua assistente e a melhor amiga da assistente. Cada uma tem uma vida invejável aos olhos das outras mas, na verdade, invejam as vidas das amigas. Lisa é a editora chefe, quer viver completamente solta, mas nunca esqueceu seu ex marido. Ashling, sua assistente, tem a vida de solteira que Clodagh, sua melhor amiga, sempre quis mas hoje ainda vive ressentida por sua melhor amiga ter se casado com seu namorado da escola – por quem ainda é apaixonada. Clodagh transparece a vida perfeita, mas queria ser solteria e está cansada da vida de casada. Como diz meu pai, essa história é uma zona mas você se conecta com as três personagens e sente como cada escolha e ação de cada personagem foi importante para elas naquele momento. Amo demais, recomendo pro resto da vida e mais seis meses.

E vocês? Já leram algum desses? Me contem nos comentários!

Sobre GabisNika | Gabriela Resende - Escritora

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