“Bocas Costuradas Não Contam Histórias”, por Ana França e Luísa Borges

Bocas Costuradas Não Contam Histórias por [Ana  França, Luísa  Borges]
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Ficha Técnica:

Título: Bocas Costuradas Não Contam Histórias

Autoras: Ana França e Luisa Borges

País: Brasil

Gênero: Suspense/Investigação/Romance policial

Páginas: 473

Ano de publicação: 2021

Rating: ⭐⭐⭐⭐⭐

Eu vou ser sincera com vocês: ainda estou sem palavras para descrever essa história.

Tipo, o que eu vou escrever aqui, foi o que eu escrevi no Skoob e, sinceramente, acho que não fiz jus à magnificência desse livro, de verdade.

Eu vou deixar a sinopse aqui (pq, sério, eu não vou conseguir falar nada sem dar spoiler) e vou deixar o que eu escrevi no Skoob aqui.

Alguma coisa ruim está acontecendo em Umbu, no interior do Rio Grande do Sul.

E definitivamente, a detetive Marjorie D’Albuquerque sabe que as coisas podem ficar muito piores, já que ela foi enviada para auxiliar a polícia local com o colega que mais odeia no departamento de homicídios em que trabalha, o egocêntrico Marco Antônio Damásio.

Chegando a pequena, pacata e assombrosa cidade, os dois se deparam com aliados, amores do passado e possíveis inimigos muito rápido. Enquanto Marjorie tenta manter a sanidade, e não arranjar encruzilhadas em seu coração em relação a Marco e Alexandre, um ex relacionamento e, agora, legista do caso. O assassino insiste em fazer mais vítimas.

Brigas políticas, preconceito, fofocas e histórias mascaradas podem ocultar o que há, de fato, por trás da morte da jovem Lílian Alves.

Apesar da filha do prefeito ser o motivo inicial pela ida dos policiais para lá, aquilo é apenas a ponta da linha de um grande novelo de lã, cheio de histórias atormentadas por vermelho. Uma série de mortes tem sido abafadas pela polícia local. O maior dos problemas, no entanto, é que pessoas com a boca costurada, e mortas, não podem contar suas versões do crime.

ROMANCE POLICIAL +18

Okay. Agora o que eu escrevi no Skoob.

A construção dessa história foi fantástica e eu queria muito parabenizar as autoras.

Marjorie é uma policial incumbida de solucionar uma série de assassinatos misteriosos em Umbu, junto com seu amigo Rubens e seu ~não tão amigo assim~ Marco Antônio.

A cidade traz uma aura estranha, como se tudo fosse dar errado o tempo todo e, somado à tensão de novos corpos aparecendo, muitas horas sem dormir, encontros com ex’s e uma tensão sexual absurda entre Jorie e Marco, talvez a policial não deva confiar 100% em seus instintos.

O final é completamente inesperado e deixa várias pontas soltas que quase me fazem ir pedir de joelhos que as autoras as prendam.

Além de completamente envolvente, o caso e os personagens são muito bem desenvolvidos e é possível ver o tamanho das pesquisas que elas fizeram.

Não tenho nada pra falar além de:
1 – continua essa história por favor e
2 – tá de parabéns 👏👏👏

Viram? Ficou mega impessoal e genérico. Mas eu realmente não sei o que dizer além de PUTAUQUEPARIU ou um PORRA bem grandes (como os que eu acabei de escrever – talvez maiores).

Eu tô sem palavras para esse livro e, vou contar, da minha listinha de lidos esse ano, esse com certeza entrou na mesma categoria de Daisy Jones: acabou comigo, meu coração tá pesado e eu tô parecendo a Ariel tentando falar: não sai nada.

Essa opinião que eu mandei foi a de escritora.
Pq como leitora, eu ainda tô tentando digerir a história toda e AQUELE FINAL, PQP.

Obrigada e desculpe pelos surtos.

Vamos às quotes:

“Marco era um maldito predador, pronto para me atacar. E eu era outra caçadora, não podia abaixar a guarda.”

“Marco poderia ser facilmente o desejo sujo de qualquer garota que almeja um homem de farda.”

“Marco não conseguia nem ao menos ser feio pela manhã. Isso era irritante!”

“Só podia ser falta de um bom sono, ou talvez de um bom sexo. Ou os dois.”

“Não tem resposta lógica, então, usamos a física. Atração sexual mútua.”

“É difícil estar em um mundo sem você, Jorie. E seu nome pode significar pérola, mas no meu dicionário, também quer dizer felicidade.”

“- E por que eles são idiotas? – dirigi o olhar para Marco.
[…]
– Porque todos eles deixaram você…”

“Ele abriu seu coração para mim, enquanto seus dedos estavam entrelaçados aos meus.”

“- Deixa ele esfriar a cabeça.
– Mas…
– Sem mas, Jorie. Ele estava gritando contigo, e não é algo sensato ir atrás de uma bagunça já resolvida.
[…]
– Você já fez algo do tipo.
[…]
– E eu me arrependo de cada vez que fui um merda contigo.
[…]
– O que mudou?
Ele não respondeu, mas manteve-se ali.
– Entre nós, o que mudou?
Sua cabeça virou sutilmente para o lado, ainda sem olhar para o meu rosto.
– Tudo.”

Sobre GabisNika | Gabriela Resende - Escritora

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